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Existem mais soluções para as toneladas de resíduos do cortejo da Queima das Fitas?

Os estudantes de Coimbra e a autarquia adoptaram medidas que levaram à redução de 30 para 12 toneladas de resíduos produzidos no cortejo da Queima das Fitas. Têm mais ideias para uma próxima edição ainda mais amiga do ambiente?

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Fotografia: Mário Canelas

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O cortejo da Queima das Fitas (Cortejo), que esteve suspenso durante dois anos por causa da Covid-19 e regressou a Coimbra no passado Domingo, dia 22 de Maio. Os cerca de 78 carros alegóricos, que desfilaram entre o Largo D. Dinis, na Alta da cidade, e o Largo da Portagem, junto ao rio Mondego, arrastaram consigo milhares de estudantes, familiares, amigos e curiosos que acompanharam ou participaram no dia festivo.

Segundo informações oficiais, este conhecido evento anual na cidade produziu 35 toneladas de resíduos em 2016, cerca de 25 toneladas nos anos de 2017 e 2018, e 30 toneladas em 2019.

Em 2020, a Comissão Organizadora da Queima das Fitas de Coimbra decidiu limitar o número de latas por carro alegórico, numa tentativa de reduzir o lixo produzido ao longo do trajecto do Cortejo. O impacto desta medida, apresentada pelo Conselho de Veteranos, verificou-se na edição deste ano, uma vez que foram recolhidas 12 toneladas de resíduos do Cortejo, de acordo com os dados revelados pelo município. Estes números representam uma redução de 18 toneladas relativamente ao último desfile de estudantes, em Maio de 2019.

A operação de recolha, realizada pelos serviços da Divisão de Saúde e Ambiente da Câmara Municipal de Coimbra e a empresa SUMA, ao serviço da autarquia, envolveu 73 operacionais e 22 meios mecânicos e, das 12 toneladas recolhidas, foi possível selecionar 6 toneladas para reciclagem.

Segundo a Câmara Municipal de Coimbra, esta diminuição também se justifica com a disponibilização de mais pontos de recolha de resíduos, que facilitaram a separação, e ainda com o facto de terem sido desenvolvidas acções de sensibilização para a redução de desperdício relativo às bebidas nos carros alegóricos.

Às 12 toneladas de resíduos, vai ainda acrescer o valor dos materiais provenientes do desmantelamento dos carros alegóricos, cujos destroços pudemos explorar, na margem esquerda do rio Mondego, entre a Avenida Conímbriga e a Estrada do Rio.

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