Há uma comunidade de dezenas de praticantes da actividade física em Coimbra. Crianças, adolescentes e adultos descobrem os próprios limites aliando o cuidado com a saúde e o corpo à superação de barreiras da mente.
Autor: Henrique França
O município promoveu um encontro para a comunidade discutir o plano para a nova estação ferroviária, mas o espaço para os contributos da população foi mínimo. No entanto, a falha pode ser colmatada e mostramos como.
Do terminal com várias deficiências, ao embarque e desembarque sob um viaduto sem qualquer equipamento ou segurança, que a autarquia admite ser uma «vergonha para a cidade», a situação é bem diferente da prevista na legislação de Portugal.
Vencer trajetos íngremes e grandes distâncias são apontados por administradores e utilizadores para a integração entre transporte colectivo urbano e meios leves de deslocação. Às portas da implementação do MetroBus, Coimbra tem a oportunidade de se tornar exemplo de intermodalidade em Portugal.
Falámos com quem usa a estação e ouvimos quem no dia 31 de Janeiro, às 8h, se vai concentrar junto à também conhecida como estação «Coimbra A» para protestar contra o seu encerramento.
Às vésperas do centenário do primeiro semáforo eletrônico instalado na Europa, os sistemas digitais de controlo semafórico têm evoluído para tornar a mobilidade urbana mais segura para peões, ciclistas e outros utilizadores. Em Coimbra, o assunto está na mesa, mas o sinal verde esbarra na falta de financiamento.
Localizada na Freguesia de Almalaguês, a Bio-Reserva Senhora da Alegria enfrentou três incêndios nos últimos 25 anos e resistiu a todos. A associação MilVoz está neste momento a fazer uma angariação de fundos para ampliar a zona de preservação natural que fomos conhecer.
De um lado, a beleza e a tradição do «tapete de pedras» que é Património Cultural Imaterial de Portugal. Do outro, o desafio da manutenção e a segurança para os peões – critério do urbanismo atual, focado na acessibilidade. Será o declínio do famoso pavimento português?
A declaração é do professor e presidente da Associação dos Moradores do Monte Formoso, Manuel Cruz, que encontra na autarquia concordância de que a «zona periférica» é a mais necessitada de infraestrutura pedonal da cidade. Fomos até lá para conferir.
Na cidade que um dia foi muralhada, o tema da acessibilidade está na norma e na intenção. Mas, para utilizadores de cadeira de rodas, cegos e pessoas com baixa mobilidade os «muros modernos» estão por toda parte, inclusive nos passeios – e são ainda numerosos e excludentes.