Henrique França

Jornalista

Na primeira aula de Jornalismo – lá se vão alguns anos – eu sequer sabia o que estava a fazer na Universidade. Meses depois, carregava comigo a certeza de que não mais conseguiria encarar o mundo sem o olhar curioso e contestador de jornalista. Foi essa inquietação de repórter nortista brasileiro – nascido junto aos rios da Amazônia e adotado pelo mar do Nordeste -, que me levou a sítios tão diferentes: das favelas às solenidades, da agricultura familiar às indústrias, das oficinas de artesanato às multinacionais – sempre muito mais identificado com aqueles do que estes. Durante 12 anos, produzi textos para impresso e internet, TV e agência de publicidade, no Brasil. A primeira experiência profissional foi atípica: auxiliar os colegas de redação na identificação e organização de fotografias. Uma semana depois estava a assinar meus primeiros artigos. Não havia mais volta! Fui chefe de redação, produtor e editor-executivo (apesar de não me dar bem com gravatas). Mas nada se compara ao prazer de ser repórter, ouvir e contar histórias. Com elas conquistei cinco prémios de reportagem. Pelas histórias tenho sido duplamente desafiado e hoje minha rotina divide-se entre escrever capítulos de tese e artigos jornalísticos. Assim, entre aprendizados e utopias, esta agora é a minha forma predileta de vivenciar Coimbra: Coolectiva.

Temos uma reserva «corta-fogo natural» a expandir-se em Coimbra

Localizada na Freguesia de Almalaguês, a Bio-Reserva Senhora da Alegria enfrentou três incêndios nos últimos 25 anos e resistiu a todos. A associação MilVoz está neste momento a fazer uma angariação de fundos para ampliar a zona de preservação natural que fomos conhecer.

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Vai-se andando | Qual o futuro das calçadas portuguesas?

De um lado, a beleza e a tradição do «tapete de pedras» que é Património Cultural Imaterial de Portugal. Do outro, o desafio da manutenção e a segurança para os peões – critério do urbanismo atual, focado na acessibilidade. Será o declínio do famoso pavimento português?

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Vai-se Andando | «O centro teve a sua vez, agora é a das freguesias»

A declaração é do professor e presidente da Associação dos Moradores do Monte Formoso, Manuel Cruz, que encontra na autarquia concordância de que a «zona periférica» é a mais necessitada de infraestrutura pedonal da cidade. Fomos até lá para conferir.

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Vai-se Andando | A inacessível Coimbra para quem mais precisa de acesso

Na cidade que um dia foi muralhada, o tema da acessibilidade está na norma e na intenção. Mas, para utilizadores de cadeira de rodas, cegos e pessoas com baixa mobilidade os «muros modernos» estão por toda parte, inclusive nos passeios - e são ainda numerosos e excludentes.

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