Rafael Vieira

Jornalista

rafadome@gmail.com

Nasci em Coimbra, por cá cresci e estudei arquitectura. Estagiei com o Atelier do Corvo, pelo qual tive o privilégio de colaborar na requalificação do Laboratório Chimico. Rumei depois a Barcelona, onde colaborei numa obra de Chipperfield, entre outros projectos. Em Lisboa, onde me demorei uma década, trabalhei em arquitectura até que a construção estagnou. Criei então uma empresa de conceitos para publicidade, os WATEB, e ensaiei-me no jornalismo cultural, tendo sido editor da DIF e da Le Cool Lisboa. Fui ainda presidente da associação cultural Movimento Acorda Lisboa. Vivi depois em Antuérpia, no Luxemburgo, em Siracusa e em Viterbo. Voltei para Coimbra, comecei um mestrado em Reabilitação de Edifícios, agora em pousio, e retomei a arquitectura, colaborando com os GU’MA, de Leiria. Escrevo para as revistas Parq e Bica. Sou vegetariano e mantenho a página @coimbrastreetart no Instagram.

Abriu mais uma porta para transformar a cidade através do voluntariado

A Universidade de Coimbra lançou a inovadora e disruptiva plataforma de voluntariado UC Transforma e o seu braço social, o UC Social, dando espaço e mão a diversas instituições e projectos de voluntariado.

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Armando de Lacerda colocou Coimbra nos ouvidos do mundo

Durante várias décadas do Século XX, Coimbra foi o pólo da excelência científica no campo da Fonética Experimental, pelo trabalho desenvolvido no Laboratório de Fonética Experimental da Universidade de Coimbra. Recuperamos o Laboratório e o cientista que o criou para contrariar a sua «trajectória de esquecimento».

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Descobrimos o admirável Percurso Interpretativo do Ensino da Escola Agrária de Coimbra

O núcleo expositivo e museológico, organizado ao longo dos corredores e da biblioteca da escola, dá a conhecer como foram, como são e como fazer as técnicas e processos ligados à produção agrícola.

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Fomos à procura de Coimbra no baú do cinema e a cidade olhou-nos de volta II

Continuamos o nosso mapeamento da cinematografia conimbricense e procura da presença da nossa cidade na sétima arte, até à situação actual da Casa do Cinema de Coimbra.

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Fomos à procura de Coimbra no baú do cinema e a cidade olhou-nos de volta

Mapeamos a cinematografia conimbricense, percorrendo títulos e realizadores, e procuramos a presença da nossa cidade na sétima arte, seja como motivo ou paisagem.

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A Sereia que todos queremos e desejamos

Entramos no Parque de Santa Cruz, mais conhecido nas bocas do mundo como Jardim da Sereia, um parque com origem numa cerca conventual do Século XVIII, que acompanhou o crescimento da cidade, por ela foi absorvido e esconde muito mais do que aparenta revelar. Falámos com quem o usa e conhece sobre os seus problemas e potencialidades.

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