Vilma Reis

Jornalista

vilma.reis@gmail.com

Nasci em Belém, estudei em Coimbra, trabalhei no Rio de Janeiro. Comecei como repórter da RUC – Rádio Universidade de Coimbra, o que me levou para a Rádio CBN, pioneira brasileira no modelo all news. Numa redação o tempo passa num instante… então parei a ampulheta e fui estudar divulgação científica na Fundação Oswaldo Cruz, para entender melhor a relação entre Ciência, Comunicação e Sociedade. Enquanto jornalista científica, procuro ser um elemento moderador entre o conhecimento e o público, para a consolidação da cidadania e democracia. Não consigo deixar de ler jornais em papel e para relaxar vejo séries no estilo true-crime. Nos tempos livres coleciono ditados populares como Nem chove, nem o pai morre, nem a gente almoça.

Paula Moura Pinheiro: «Irrito-me com Coimbra porque só nos irritamos verdadeiramente com aquilo que é importante para nós»

A jornalista esteve em Coimbra para gravar um Visita Guiada e falou sobre a cidade. Nas respostas encontramos as várias camadas da mulher que formula as questões inquietantes sobre o património português.

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Como corre a vida dos estafetas em Coimbra

A cidade também vive esse fenómeno mundial da «plataformização» do trabalho. Ouvimos a opinião dos trabalhadores sobre liberdade e autonomia, mas também precariedade e falta de proteção.

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Para fora da sombra: rostos do trabalho doméstico em Coimbra

Teresa, Pedro, Alexandrina e Fernanda contam os desafios e a persistência dos serviços domésticos na economia contemporânea. Ouvimos suas histórias e, através delas, descobrimos as singularidades desta profissão

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Descobrimos o verdadeiro mosaico religioso de Coimbra (2.ª parte)

Do novo espaço para a prática do budismo à vontade de reencontro dos judeus sefarditas, passando pelo templo messiânico de Meishu-Sama, em Santa Clara.

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Descobrimos o verdadeiro mosaico religioso de Coimbra

Quantas religiões cabem na cidade e como são recebidas? Umbandistas, muçulmanos e espíritas rezam e convivem na terra de Santo António e da Rainha Santa Isabel.

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Com a palavra, os sem-abrigo (melhor ouvir do que só deduzir)

Permitam-se um olhar diferenciado e uma leitura livre de julgamentos, e conheçam a cidade do lado de quem cedeu ao desalento e abandonou o lar como parte do pacote do desespero, e a rede pública que os ampara diariamente.

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