A jornalista Vilma Reis contou a história das cadeias da cidade e abriu a cortina para o Estabelecimento Prisional de Coimbra, um dos lugares que mais intriga quem visita a cidade, devido à localização e arquitectura, revelando também o que muitos dos que a habitam podem desconhecer.

Partilhamos registos das oficinas onde reclusos trabalham com a reintegração na sociedade em vista, após o cumprimento das penas, e também a loja que permite a quem está cá fora fazer o seu contributo para a causa. Há inúmeras peças e serviços disponíveis a toda a comunidade.


Leiam a reportagem completa aqui. Se quiserem visitar a loja do Estabelecimento Prisional de Coimbra ela fica na rua de Tomar, junto ao Jardim da Sereia, em Coimbra, e o acesso é feito mediante marcação, através do telefone 239793800 ou email: epcoimbra@dgrsp.mj.pt. O horário de funcionamento é das 9h30 às 11h30 e das 14h30 às 16h30.

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Autor

  • Vilma Reis

    Nasci em Belém, vivo em Coimbra e me reinvento constantemente entre projetos. Comecei na RUC – Rádio Universidade de Coimbra, vivi o ritmo acelerado da Rádio CBN na Amazónia e me apaixonei pela ponte entre Ciência, Comunicação e Sociedade durante a especialização em divulgação científica na Fiocruz. Agora, enquanto doutoranda em Ciências da Comunicação, continuo jornalista porque gosto de contar as histórias das pessoas. Para mim, histórias sonoras são as melhores, o que me levou a criar o podcast investigativo narrativo O Caso Boaventura. Escrevo guiões e faço pesquisas para cinema documental. Aprendo as regras do rugby com o meu filho e continuo convencida de que o melhor perfume do mundo vem do patchouli. Sigo fiel aos jornais de papel, às séries true crime para espairecer e à frase de Cláudio Abramo que melhor define o ofício: «O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.»

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