A Coimbra Coolectiva vai criar o seu Conselho Editorial, um órgão consultivo independente que acompanhará de forma crítica e construtiva o nosso projeto editorial. Este Conselho terá como missão contribuir para a qualidade, a diversidade, a relevância pública e a transparência do nosso jornalismo local.

O Conselho será composto por cinco pessoas: quatro serão convidadas diretamente pela direção editorial e a quinta será selecionada através desta chamada pública. Procuramos alguém com vontade de pensar criticamente o jornalismo local, com interesse pela cidade e pela região, compromisso com a liberdade de imprensa, a participação cidadã e os direitos humanos — incluindo, de forma especialmente bem-vinda, estudantes de jornalismo.

Se quiseres candidatar-te, envia um e-mail para geral@coolectiva.pt com o assunto «Conselho Editorial», incluindo:

Nome completo

Breve nota biográfica (até 100–150 palavras)

Resposta à pergunta, em até 600 caracteres (incluindo espaços):
«Por que gostaria de integrar o Conselho Editorial da Coimbra Coolectiva?»

As reuniões do Conselho serão mensais, presenciais, em Coimbra, com duração aproximada de uma manhã ou uma tarde, em regime voluntário.

Prazo de candidatura: até quinta-feira, 30 de abril, às 18h.

Se sentes que a Coimbra Coolectiva pode ser mais forte, plural e próxima da comunidade com a tua voz, gostaríamos de ler a tua candidatura.

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Nasci em Belém, vivo em Coimbra e me reinvento constantemente entre projetos. Comecei na RUC – Rádio Universidade de Coimbra, vivi o ritmo acelerado da Rádio CBN na Amazónia e me apaixonei pela ponte entre Ciência, Comunicação e Sociedade durante a especialização em divulgação científica na Fiocruz. Agora, enquanto doutoranda em Ciências da Comunicação, continuo jornalista porque gosto de contar as histórias das pessoas. Para mim, histórias sonoras são as melhores, o que me levou a criar o podcast investigativo narrativo O Caso Boaventura. Escrevo guiões e faço pesquisas para cinema documental. Aprendo as regras do rugby com o meu filho e continuo convencida de que o melhor perfume do mundo vem do patchouli. Sigo fiel aos jornais de papel, às séries true crime para espairecer e à frase de Cláudio Abramo que melhor define o ofício: «O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.»

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