A proposta chegou-nos da nossa leitora — e amiga — Martha Mendes: criar um Clube de Leitura Coolectiva, um encontro mensal para conversar sobre livros num ambiente descontraído, com partilhas, chá ou vinho e um lanche coletivo – porque juntos somos mais fortes (e lemos melhor!).

O primeiro encontro será já no dia 9 de janeiro, às 19h, no espaço do TUMO Coimbra — Largo do mercado Municipal D. Pedro V — que abraçou a ideia e quer ser (também) casa de leitores. Será a sessão zero: um momento para nos conhecermos, dar início à dinâmica do Clube e partilhar o que cada um anda a ler. Nesse dia, será também divulgado qual o livro escolhido para o primeiro encontro do Clube – e teremos um mês para lê-lo.

Os encontros do Clube de Leitura Coolectiva serão mensais e acontecerão sempre nas últimas sextas-feiras de cada mês. O objetivo é que possam decorrer em vários espaços de Coimbra, porque este Clube é aberto à cidade e à diversidade de leitores que a habitam.

A condução desta viagem literária ficará a cargo da Martha — jornalista de formação, comunicadora e leitora — que dinamizará os encontros com leveza e curiosidade. Por que um Clube de Leitura? «Porque ler é lugar de encontro e abrigo, espaço de pensamento e descoberta sobre nós, o Outro e o mundo. Porque ler é um ato revolucionário, de resistência e de liberdade Mas, acima de tudo, porque leitores puxam leitores e o mundo precisa desesperadamente de leitores». E o que queremos mesmo é juntar leitores num encontro coletivo: vamos juntos, páginas fora!

As inscrições são gratuitas, mas limitadas (20 a 25 participantes) para garantir um ambiente próximo e acolhedor. Para participar, basta enviar um email para geral@coolectiva.pt com o assunto Clube de Leitura Coolectiva, indicando o seu nome e, se quiser, uma breve ideia ou sugestão para este grupo que está prestes a nascer.

Se gostam de ler, conversar e partilhar, este é o clube certo. Tragam os vossos livros e o gosto pela Literatura e juntem-se a nós!

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Nasci em Belém, vivo em Coimbra e me reinvento constantemente entre projetos. Comecei na RUC – Rádio Universidade de Coimbra, vivi o ritmo acelerado da Rádio CBN na Amazónia e me apaixonei pela ponte entre Ciência, Comunicação e Sociedade durante a especialização em divulgação científica na Fiocruz. Agora, enquanto doutoranda em Ciências da Comunicação, continuo jornalista porque gosto de contar as histórias das pessoas. Para mim, histórias sonoras são as melhores, o que me levou a criar o podcast investigativo narrativo O Caso Boaventura. Escrevo guiões e faço pesquisas para cinema documental. Aprendo as regras do rugby com o meu filho e continuo convencida de que o melhor perfume do mundo vem do patchouli. Sigo fiel aos jornais de papel, às séries true crime para espairecer e à frase de Cláudio Abramo que melhor define o ofício: «O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.»

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