Do rock a céu aberto numa praia fluvial à recriação da Idade Média na Baixa, Coimbra volta a condensar em poucos dias várias maneiras de viver a cidade. Entre o Festival M, a Feira Medieval, cinema, artes performativas, memória urbana, artesanato e atividades para famílias, o calendário junta propostas para todos os gostos e espalha-as entre a margem do Mondego, o centro histórico e os principais espaços culturais.

qui, 16 julho

sex, 17 julho

  • Assistir a Persépolis, de Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, na Casa do Cinema de Coimbra, às 14h30, em versão digital restaurada 4K, com classificação M/12 e duração de 97 minutos.

  • Ir ao Festival M, na Praia Fluvial de Palheiros e Zorro, em Torres do Mondego, com entrada livre, campismo gratuito e três dias de música ao ar livre, incluindo o concerto de Raquel Ralha & Pedro Renato. O Festival M é um evento de música que acontece de 17 a 19 de julho, na Praia Fluvial de Palheiros e Zorro, mais conhecida como Praia Fluvial de Torres do Mondego – Coimbra, em espaço aberto, de entrada livre, com solo de areia fina, onde a música encontra o rio e a natureza se junta à festa.

  • Passar pela Feira Medieval de Coimbra, que recria “Coimbra Capital do Reino – Séc. XII” e ocupa vários pontos da Baixa com oficinas, concertos de época e gastronomia. 

sáb, 18 julho

  • Acompanhar o Dar a Ouvir, projeto de arte sonora e escuta ativa no espaço público coorganizado pelo Jazz ao Centro Clube e pelo Convento São Francisco, cuja edição de 2026 decorre entre 18 de julho e 6 de setembro.

  • No Convento São Francisco, ver RHÎZA, de David Negrão e Sara Montalvão, do Coletivo Unloop, às 17h00 e às 19h00, instalação interativa que cruza som, luz, corpo e código criativo, com lotação limitada a 20 participantes na sessão inaugural e entrada gratuita mediante inscrição prévia.

  • No TAGV, assistir à conversa “Take a walk on the wild side: a discoteca States e as subculturas urbanas dos anos 80 e 90”, às 18h30, no foyer, com Sílvio Correia Santos, Rafael Vieira, Raquel Magalhães e João Paulo Dias.

  • No Museu Nacional de Machado de Castro, participar na visita-oficina “À descoberta do arco moçárabe do MNMC”, entre as 16h00 e as 17h00, com atividade gratuita, lotação limitada e inscrição até às 12h00 de 17 de julho.

dom, 19 julho

  • Ir à Montra das Artes & Ofícios, na Baixa de Coimbra, entre as 9h00 e as 19h00, nas ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, com 18 expositores e demonstrações de trabalho ao vivo.

  • Aproveitar as praias fluviais do Rebolim e de Palheiros e Zorro, ambas com Bandeira Azul e época balnear já em curso até setembro.


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Autor

  • Vilma Reis

    Nasci em Belém, vivo em Coimbra e me reinvento constantemente entre projetos. Comecei na RUC – Rádio Universidade de Coimbra, vivi o ritmo acelerado da Rádio CBN na Amazónia e me apaixonei pela ponte entre Ciência, Comunicação e Sociedade durante a especialização em divulgação científica na Fiocruz. Agora, enquanto doutoranda em Ciências da Comunicação, continuo jornalista porque gosto de contar as histórias das pessoas. Para mim, histórias sonoras são as melhores, o que me levou a criar o podcast investigativo narrativo O Caso Boaventura. Escrevo guiões e faço pesquisas para cinema documental. Aprendo as regras do rugby com o meu filho e continuo convencida de que o melhor perfume do mundo vem do patchouli. Sigo fiel aos jornais de papel, às séries true crime para espairecer e à frase de Cláudio Abramo que melhor define o ofício: «O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.»

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