A Coimbra Coolectiva associou-se a estudantes do Mestrado em Jornalismo e Comunicação da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra para a cobertura colaborativa do festival TUMO Coimbra Tech & Arts.

Esta parceria nasce de uma convicção simples: o jornalismo aprende-se fazendo. E, por isso, criar oportunidades reais de reportagem, edição e publicação é uma parte essencial da formação de novos jornalistas. Ao longo deste processo, desafiámos os estudantes a sair para o terreno, a observar, entrevistar e construir histórias com autonomia — sempre com acompanhamento editorial próximo.

O trabalho desenvolveu-se em várias etapas: desde o primeiro convite e enquadramento do desafio, passando pelo acompanhamento no terreno, até à edição final dos textos e imagens. A Coimbra Coolectiva participou também em momentos de trabalho em sala de aula, contribuindo para a reflexão, estruturação e “costura” dos conteúdos produzidos.

Este investimento implica muitas horas de dedicação, revisão e diálogo — um esforço que consideramos fundamental para aproximar a academia da prática profissional e para apoiar quem está a dar os primeiros passos no jornalismo.

Desta colaboração resultam os trabalhos de Leonor Viegas, Teresa Dias, Ana Miguéis, Inês Rodrigues, David Pereira, Guilherme Moreno e Rafael de Andrade, com o acompanhamento do professor Francisco Sena Santos.

Os artigos produzidos no âmbito desta parceria podem ser lidos abaixo:

O improviso em estado de arte: Jam Session marca a programação do Tech & Arts Festival –  ARTIGO DE DAVID PEREIRA e GUILHERME MORENO.

No TUMO Coimbra, a tecnologia também se ouve – ARTIGO DE INÊS RODRIGUES.

Tech & Arts Festival: onde a tecnologia e a criatividade se encontram – ARTIGO DE ANA MIGUÉIS.

O Tech & Arts Festival do TUMO pelos olhos de Rafael de Andrade – FOTOGALERIA DE RAFAEL DE ANDRADE.

Entre cabos, acordes e dúvidas: o Tech & Arts Festival debate o futuro da criação – ARTIGO DE LEONOR VIEGAS e TERESA DIAS.

Além dos textos, esta experiência incluiu também produção fotográfica, reforçando a importância de uma abordagem multimédia na cobertura jornalística contemporânea.

Na Coimbra Coolectiva, gostamos de abrir espaço para vozes novas, ideias frescas e jornalismo feito com energia. Este é um convite para mergulhar nestes trabalhos, ler com atenção e sentir de perto o que acontece quando a academia sai para o terreno.

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Nasci em Belém, vivo em Coimbra e me reinvento constantemente entre projetos. Comecei na RUC – Rádio Universidade de Coimbra, vivi o ritmo acelerado da Rádio CBN na Amazónia e me apaixonei pela ponte entre Ciência, Comunicação e Sociedade durante a especialização em divulgação científica na Fiocruz. Agora, enquanto doutoranda em Ciências da Comunicação, continuo jornalista porque gosto de contar as histórias das pessoas. Para mim, histórias sonoras são as melhores, o que me levou a criar o podcast investigativo narrativo O Caso Boaventura. Escrevo guiões e faço pesquisas para cinema documental. Aprendo as regras do rugby com o meu filho e continuo convencida de que o melhor perfume do mundo vem do patchouli. Sigo fiel aos jornais de papel, às séries true crime para espairecer e à frase de Cláudio Abramo que melhor define o ofício: «O jornalismo é, antes de tudo e sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter.»

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