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Ler para crer: as nossas sugestões na Feira do Livro de Coimbra

Planeamento urbano, mobilidade, inclusão, sustentabilidade, fizemos as honras de abertura da Feira do Livro de Coimbra com um jogo Verdade ou Consequência e pusemos à prova o que a plateia sabia e o que não sabia sobre a cidade onde vivemos.

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Fotografia: Mário Canelas

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Voltámos a sair do nosso endereço electrónico para estarmos fisicamente mais perto da comunidade, para associarmos caras aos nomes, para nos cruzamos com pessoas diferentes e espicaçarmos no sentido de repensarmos todos o nosso papel individual e reflectirmos sobre o que podemos fazer, o que está ao nosso alcance para mudarmos a nossa rua e o nosso bairro, a nossa cidade, a comunidade escolar das nossas crianças ou o nosso local de trabalho.

A convite da Câmara Municipal de Coimbra, fizemos as honras de abertura da Feira do Livro de Coimbra com um jogo: Verdade ou Consequência. Lançando perguntas com resposta múltipla, respondidas com palmas, desafiámos quem se juntou a nós neste momento divertido mas também construtivo a ser mais exigente em relação ao que a rodeia e ao que acontece, e, acima de tudo, a ter mais vontade de arregaçar mangas e mudar. Não basta saber, é preciso fazer.


«Soft City: Building Density for Everyday Life», «Cidade Suave, Densidade para a Vida do dia-a-dia», numa tradução livre, este livro do autor David Sim está carregado de sugestões de outras geografias — ou seja, de Ideias Fixes para Copiar. É sobre o planeamento do centro urbano para as pessoas, o que podemos fazer para transformar os sítios e devolver-lhes a vida que queremos que tenham. Fizemos a sugestão a propósito da nossa pergunta sobre quantos espaços comerciais e de serviços existem na Baixa.


«O Direito à Cidade», a obra de Henri Lefebvre é um manifesto fundamental sobre o poder colectivo e emancipatório na transformação do espaço público e do seu uso pela sociedade, seja o direito à existência e utilização de espaços verdes, direito à habitação, direito aos serviços, entre outros.

Perguntámos de quanto foi o aumento da renda mediana por m2 comparando o primeiro trimestre de 2021 e o deste ano em Coimbra, de acordo com os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta terça-feira. Foi de 9,2%., mais alto do que o valor ao nível nacional (6,4%). Todos os municípios com mais de 100 mil habitantes registaram um aumento na renda mediana, à excepção de Barcelos, município em que sofreu uma diminuição.


«Happy City: Transforming Our Lives Through Urban Design» (tradução livre: Cidade Feliz: transformar as nossas vidas através do design urbano) de Charles Montgomery). Através do exemplo de cidades como Bogotá e Nova Iorque, este livro leva-nos numa viagem pela forma como usufruímos da cidade e como a mobilidade suave pode ser a resposta para uma cidade feliz. A verdade é que as cidades são caminhos para uma determinada forma de vida e podem ser o que quisermos que sejam. Podem mudar e podem mudar drasticamente. Nas palavras do arquitecto José António Bandeirinha, o papel da cidade é o de fazer cruzamentos (entre pessoas, cruzamentos comerciais, cruzamentos de olhares) e o desenho da cidade molda o nosso dia-a-dia e a forma como conseguimos ou não fazer esses cruzamentos, como sentimos o sítio onde vivemos.

Pedimos para imaginarem que estão Quinta da Romeira, na freguesia de Santo António dos Olivais, e vão procurar ao Google Maps o percurso de bicicleta para chegar à Praça do Comércio e se o caminho sugerido é pela ciclovia da Portela (pelo Rebolim) ou da ciclovia do Parque Linear do Vale das Flores, mas o primeiro caminho sugerido pela Rua do Brasil, sem qualquer troço de ciclovia. Embora haja duas ciclovias que podiam ser utilizadas para fazer o percurso, na verdade implicam um aumento grande dos km ciclados, o que faz com que a plataforma recomende a estrada. Se queremos promover a mobilidade suave, precisamos que ela se torne uma verdadeira alternativa para potenciais ciclistas; é preciso que seja seguro e rápido fazer um percurso de bicicleta, tem de ser uma escolha fácil e confortável.


A propósito, deixámos ainda outra sugestão, desta vez um livro de ficção: «Seca» de Neal Shusterman e Jarrod Shusterman, editado pela Saída de Emergência, é uma distopia que explora um mundo onde as torneiras secaram totalmente. Deixamos também a provocação: será mesmo só ficção? Será que um dia os nossos filhos ou netos não vão ter de lidar com torneiras secas?


«Ensaios pela Democracia, Justiça, Dignidade e Bem-Viver» de Teresa Cunha, editado pela Edições Afrontamento. O capítulo «Mercado Solidário um Caminho a Percorrer» de Priscila Soares foi, segundo Filipa Alves da associação cultural Casa da Esquina, a sementinha na origem do Mercado de Trocas para Crianças e Jovens. Perguntámos se sabiam quando tinha sido a primeira edição e a resposta é há 11 anos. A primeira edição do Mercado de Trocas para Crianças e Jovens foi em 2011.


«Rebel Ideas: The Power of Diverse Thinking» (Numa tradução livre «Ideias Rebeldes: o poder do pensamento diverso») de Matthew Syed é um livro sobre como a diversidade é tantas vezes o motor das soluções e da inovação. Este livro marcou de forma especial a nossa equipa e sentimo-nos particularmente despertos para a importância da diversidade.

Perguntámos quantas pessoas estrangeiras vivem em Coimbra, segundo os resultados provisórios dos Censos de 2021, que apontam como total de população residente no município de Coimbra 140 838 pessoas. Dessas, 8 013 são estrangeiras, o que representa 5,6% da população residente. Este ano, com a crise de refugiados ucranianos, o número aumentou e é preciso refletirmos sobre a necessidade de integrarmos as comunidades estrangeiras na nossa vida. A diversidade é fundamental para evoluirmos e criarmos um concelho feliz para todos vivermos. E todos é mesmo todos nós.


«Mulheres Invisíveis» de Caroline Criado Pérez, editado pela Relógio d’Água. Este livro mostra o mundo em que vivemos: um mundo onde os telemóveis foram desenhados para as mãos de um homem e onde as mulheres têm mais de 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves num acidente de automóvel porque os airbags foram desenhados tendo em conta um corpo masculino.

A Carta Europeia para a Igualdade das Mulheres e dos Homens na Vida Local, lançada em 2006 pelo Conselho dos Municípios e Regiões da Europa, à qual a Câmara Municipal de Coimbra aderiu no passado mês de Abril, contém uma série de princípios estruturantes para a defesa da igualdade de género na participação cívica e política das mulheres e homens. Perguntámos qual é o período de tempo que os signatários da Carta têm para elaborar e implementar o plano de acção, se 10 ou dois anos. As entidades signatárias da Carta Europeia para a Igualdade das Mulheres e dos Homens na Vida Local comprometem-se a elaborar e adoptar um plano para a acção para a igualdade com objectivos e prioridades, medidas que tencionam adoptar e recursos investidos a fim de tornar a Carta e os seus compromissos efectivos dentro de um prazo razoável que não pode exceder os dois anos. O que significa que a Câmara Municipal de Coimbra tem até Abril de 2024 para criar e implementar um plano de acção neste âmbito.

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