Se há coisa que não falta a Coimbra é diversidade. Diferentes motivos continuam a trazer pessoas cuja história começou a ser escrita noutras geografias, às quais damos cara e voz, sem filtros e sem perguntas, num exercício de liberdade onde contam como vivem este lugar, o que fazem, do que gostam, do que não gostam, que soluções trariam de outros lugares e o que levam daqui se um dia forem embora.

Nascida em Pamplona de pais portugueses emigrados em Espanha, Adriana Frias chegou em Portugal em 2017 e veio para Coimbra em 2002. Gosta muito da cidade, não só pela quantidade de opções culturais, como pela diversidade de atrações. O que não gosta é da falta de respeito aos peões. «Às vezes sinto que caminhar em Coimbra é como fazer uma prova de obstáculos e não gosto nada de ver os carros em cima dos passeios e as trotinetas», descreve a leitora da Universidade de Aveiro que diz que foram os seus antepassados que a trouxeram a Portugal.

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Jornalista

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