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B Fachada no TAGV e dose dupla de Pedro Abrunhosa com casa cheia no Convento São Francisco, mas também muitas novidades do teatro à leitura e humor.

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«Escreve canções que dão mostras de ser recebidas como ciência social, mas o inverso também é verdadeiro. Tem muitos descendentes, mas é mais que a soma dos por si influenciados», lê-se na apresentação de B Fachada, nome artístico de Bernardo Fachada, compositor, multi-instrumentista, produtor que sobe ao palco do TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente no dia 3 de Fevereiro.

Nascido em 1984, estudou música no Instituto Gregoriano de Lisboa e aprendeu piano. Mais tarde, frequentou a escola do Hot Clube de Portugal e, na Universidade, cursou Estudos Portugueses. Desde 2007 tem-se notabilizado pelo ritmo de edições, através do qual frequentemente «subverte o cânone e converte os dogmáticos, baralha as expetativas e expetora a maralha, coça rótulos, caça ruturas»

Entre formatos físico e digital, lançou cinco EP, destacando-se o remoto «Viola Braguesa», uma reflexão sobre o conceito da tradição e suas traições, ou o split com as Pega Monstro, de 2015, em reflexo da amizade e acuidade estética. Também três mini álbuns charneira – «Há Festa na Moradia», que teve edição física em vinil, «Deus, Pátria e Família» e «O Fim», com que anunciou uma pausa sabática – e sete registos de longa-duração, da discussão das questões de moral associadas ao universo infanto-juvenil de «B Fachada é Pra Meninos» ao manifesto de pop batumada que foi «Criôlo» passando pelo homónimo de 2014, criado com recurso a samples burilados, programações barrocas, batidas apátridas, chegando a «Rapazes e Raposas» lançada sem aviso prévio neste ano biruta de 2020. Consta que o «o seu impacto conjunto testa os limites daquilo que, neste domínio, se entende por produção cultural».

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