Tiago Santos agradece em nome da equipa – e pede obras urgentes
Histórias
José Oliveira Pratas quer virar o discurso da saúde do avesso — sem perder o equilíbrio.
Somos finalistas dos Prémios AHRESP 2026, e agora é a vez de Coimbra votar.
Todos os anos, centenas de estudantes passam pelas salas de aula de Jornalismo em Coimbra, onde se fazem preparados para escrever, investigar, desafiar, comunicar e narrar o mundo. Mas entre o fim do curso e o início da vida profissional, mora um espaço incerto, onde muitos se perdem e do qual nem todos saem exercendo o que para lá os levou.
A Cabra continua a ser o único jornal universitário impresso do país. Gerido por estudantes e atravessado por desafios, preserva um lugar raro no panorama académico português.
O 25 de Abril muitas vezes é contado a partir de Lisboa — e é verdade que foi na capital…
A Coimbra Coolectiva vai criar o seu Conselho Editorial, um órgão consultivo independente que acompanhará de forma crítica e construtiva…
A Estação Nova de Coimbra permanece fechada à circulação ferroviária desde janeiro de 2025, no âmbito do Metrobus, mas continua…
Mais do que um encontro, um manifesto de confiança na força da Coolectiva e da sua comunidade.
«O verde exige planeamento sensível e dever cívico, não visões preto no branco», diz a bióloga.
Fomos ver-nos ao espelho. Mais propriamente, fomos entrar no mundo dos reflexos, na nova exposição do UC Exploratório – Espelhos: Dentro e fora da realidade. Uma experiência que nos puxa para o lado mágico dos objectos comuns, misturando luz, arte e matemática.
A arte trazida para Coimbra não é apenas um convite ao olhar, mas à presença, ao cuidado e à partilha. E, por isso, não se deixa ficar na margem: é um imperativo visitar, segurar, dar e receber, antes de 5 de julho.
Por Carlos Oliveira
O Tatonas
Hoje, Dia Mundial do Teatro, fomos conhecer um projeto que quer assumir em voz alta aquilo que, na prática, já anda a fazer há vários anos: tornar Coimbra o polo de teatro físico, ocupando as ruas da cidade com um teatro que começa no corpo e não numa mesa de leitura.
Sobrevoamos a Rua Lourenço de Almeida Azevedo depois do abate de mais de duas dezenas de árvores.
Vinte e cinco pessoas esgotaram as vagas na segunda edição da Biblioteca Humana, em grupos intimistas que «leram» investigadores
Por Ana Rita Álvaro, Bárbara Ramalho, Bárbara Santos e Laetitia Gaspar