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Há um Enredo que vai dar vida aos nossos castelos e sai fresquinho no Sábado do Pátio da Inquisição

Uma dezena de artistas, um de cada um dos dez municípios da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego, juntaram-se para contar uma estória. Mas não é uma estória qualquer. É uma estória com e sem “h”, que se desenrola contemplando o Mondego, enquanto testemunha do que de mais relevante aconteceu no território no final […]

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Uma dezena de artistas, um de cada um dos dez municípios da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego, juntaram-se para contar uma estória. Mas não é uma estória qualquer. É uma estória com e sem “h”, que se desenrola contemplando o Mondego, enquanto testemunha do que de mais relevante aconteceu no território no final da Cultura Moçárabe.

João Gama (Ansião), Luís Travassos (Coimbra), Pedro Camarinho (Condeixa-a-Nova) Ricardina Lorigo (Figueira da Foz), Márcia Francisco (Lousã), Ricardo Grácio (Miranda do Corvo), Bráulio Figo (Montemor-o-Velho), Mário Mata (Penela), Sofia Falcão (Pombal) e Rui Almeida (Soure) formam o colectivo artístico performativo por trás do espetáculo inédito e multidisciplinar de dança, teatro e música com direcção artística de André Varandas. Foram precisas 3 residências artísticas e 15 versões do texto para chegar ao guião definitivo. Há música original interpretada por um quinteto de instrumentistas, ocasionalmente actores. A água, a vegetação aquática e a pedra são os elementos chave de um cenário minimalista, mas de estética medieval. Levantamos só a ponta da cortina: a personagem central é Sesnando Davides, governador de Coimbra e figura marcante na preservação da paz e coexistência de vários povos e crenças nas margens do Mondego. O resto é melhor irem ver com os próprios olhos no Sábado, ao Pátio da Inquisição.

O Enredo assume-se não apenas como um espectáculo mas como um  projeto cultural, promovido pela Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, operacionalizado pela Rede de Castelos e Muralhas do Mondego, e integrado num programa chamado Coimbra Região de Cultura. Para além de ter entrada gratuita, é uma boa desculpa para visitar a zona histórica onde funcionou o Tribunal do Santo Ofício do século 16 ao século 19, sede da Inquisição coimbrã, que mais tarde congregou o Colégio das Artes e onde, desde 2003, funciona o Centro de Artes Visuais (CAV). A ideia é mesmo essa, levar as pessoas aos monumentos, por isso quem não morar em Coimbra não se preocupe, é que o espectáculo é itinerante e também vai passar pelo Castelo de Penela (2 Junho), o Castelo de Montemor-o-Velho (16 Junho), o Alto do Calvário em Miranda do Corvo (30 Junho), o Castelo de Soure (14 Junho), o Castelo da Lousã (28 Junho), o Castelo de Pombal (11 Agosto), o Complexo Monumental de Santiago da Guarda Ansião (25 Agosto), o PO.RO.S. Museu Portugal Romano em Sicó em Condeixa-a-Nova (8 Setembro) e o Espelho de Água do Forte de Sta. Catarina na Figueira da Foz (22 Agosto).

 

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