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Percorremos os caminhos do cinema português traçando novas rotas e outros olhares

Para o Festival Caminhos, produzimos uma série de vídeos-crítica que revelam as tendências e talentos da produção nacional contemporânea, sob o olhar atento de Clara Almeida Santos.

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Fotografia: Vilma Reis

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Na nossa atuação enquanto meio de comunicação local, acreditamos que podemos ir além de informar, cabendo-nos também estimular a participação da comunidade e fortalecer os projetos culturais com impacto coletivo. O Festival Caminhos do Cinema Português é um exemplo claro dessa dinâmica — uma obra coletiva que há muitos anos anima Coimbra e cuja vitalidade é responsabilidade de todos nós ajudar a preservar e fomentar.

Neste contexto, a parceria da Coimbra Coolectiva com Clara Almeida Santos, jornalista e professora da Universidade de Coimbra, para a cobertura especial do festival na sua 31.ª edição foi um passo natural. Desafiámos a Clara para este projeto, que ela aceitou generosamente, colaborando connosco na construção do formato, numa relação de apoio mútuo que enriqueceu profundamente a abordagem e o resultado final.

Juntos, produzimos uma série de vídeos-crítica focados em 14 filmes selecionados desta edição do Festival Caminhos, permitindo aos nossos leitores acompanhar, antecipadamente, um olhar atento e aprofundado sobre essas obras representativas da produção nacional apresentadas no evento, que contou com mais de 110 filmes e 63 sessões. Os vídeos foram gravados no Teatro Académico de Gil Vicente, cuja acolhida e apoio são para nós motivo de agradecimento. Clara Almeida Santos maratonou os 14 filmes, comunicando-os de forma envolvente e original, para agradar públicos diversos. Através destes vídeos, disponíveis nas nossas redes sociais — Instagram, Facebook e LinkedIn —, o público teve a oportunidade de refletir sobre temáticas, estética e identidade que permeiam o cinema português contemporâneo, valorizando ainda mais a experiência do festival.

Esta colaboração é emblemática do que defendemos: dar voz a diferentes olhares e abrir espaço para debates que ultrapassam o campo tradicional da crítica de cinema. Como destacou Tiago Santos, diretor do Festival Caminhos, «Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema.» Essa abertura para críticos inesperados amplia o alcance e o impacto do festival, promovendo uma comunhão maior entre criadores, públicos e comunidade.

Para nós, quem saiu verdadeiramente ganhando foi a comunidade, com a oportunidade de prestigiar o cinema nacional com um acesso antecipado a conteúdos exclusivos, enriquecendo a compreensão do Festival Caminhos — uma iniciativa coletiva que faz pulsar Coimbra como capital do cinema português, uma celebração da criatividade, diversidade e identidade cultural que nos pertence.

Muitos filmes nacionais ainda estão a ser exibidos no festival, que só encerra na noite de sábado, dia 22 de novembro. Mas o cinema português está sempre presente em várias salas do país e é importante reconhecermos que devemos fazer mais por esta arte tão nossa. O melhor que podemos fazer é simples: comprar um ingresso, sentar na penumbra de uma sala de cinema e deixar-nos envolver pela luz que projeta e anima a narrativa do projetor. É esse gesto que mantém viva a essência do cinema português e que o Festival Caminhos tão bem celebra.

Estes são os 14 filmes que a nossa série acompanhou:

«Sabura» (Falcão Nhaga)
«Bulakna» (Leonor Noivo)
«Porque hoje é Sábado» (Alice Eça Guimarães)
«La Durmiente» (Maria Inês Gonçalves)
«Duas Vezes João Liberada» (Paula Tomás Marques)
«Joie de Vivre» (Hugo Magro)
«Primeira Pessoa do Plural» (Sandro Aguilar)
«Um Dia, Depois Outro» (Catarina Romano)
«Saudade, talvez…» (José-Manuel Xavier)
«A Memória Do Cheiro Das Coisas» (António Ferreira)
«Two Ships» (McKinley Benson)
«Paraíso» (Daniel Mota)
«Arguments in Favor of Love» (Gabriel Abrantes)
«Entroncamento» (Pedro Cabeleira)

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