Contribuir small-arrow
Voltar à home
Vejam

Programação Caminhos do Cinema Português

Escrevam

Sobre filmes que viram no Caminhos

Descubram

A incrível geografia do cinema em Coimbra

Leiam

Uma Casa do Cinema de Coimbra, porquê?

Clara Almeida Santos é a nossa enviada especial no Festival Caminhos

Vamos publicar vídeos com críticas e impressões sobre os filmes da Seleção Caminhos, trazendo ao público um olhar atento sobre o melhor do cinema nacional.

Partilha

Fotografia: Francisco Oliveira

Vejam

Programação Caminhos do Cinema Português

Escrevam

Sobre filmes que viram no Caminhos

Descubram

A incrível geografia do cinema em Coimbra

Leiam

Uma Casa do Cinema de Coimbra, porquê?

A cidade de Coimbra assume-se este mês como epicentro do cinema nacional, abrindo-se como uma lente privilegiada para as mais recentes e ousadas produções: vai começar a 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português. Durante oito dias, de 15 a 22 de novembro, mais de 110 filmes, em 63 sessões, prometem desafiar olhares e tocar emoções, refletindo a pluralidade e a inquietude que caracterizam o nosso cinema contemporâneo. Este ano, a dimensão do festival expande-se além da cidade, alcançando também a Mealhada, Penacova e, pela primeira vez, Lisboa.

O festival mantém-se como espaço de encontro entre quem faz e quem vê cinema. A Seleção Caminhos, principal montra da produção nacional, reúne as obras que melhor espelham a vitalidade e a diversidade da criação cinematográfica portuguesa.

A nossa cobertura especial

Tal como em anos anteriores, vamos acompanhar o festival de perto, reforçando a sua relação com um evento que se tornou referência na paisagem cultural da cidade. Este ano, a jornalista e professora da Universidade de Coimbra Clara Almeida Santos assume o papel de enviada especial, com uma série de vídeos-crítica que ajudam a mergulhar no espírito do festival, partindo das obras da Seleção Caminhos.

Nas suas crónicas em vídeo — sem revelar o essencial da narrativa — Clara partilha impressões sobre as motivações estéticas, os enquadramentos temáticos e a forma como cada obra contribui para a pluralidade do cinema nacional. Um convite à curiosidade e à reflexão, dirigido ao público que acompanha o festival e a quem queira descobrir novas vozes e olhares.

Os filmes em destaque

Ao longo dos próximos dias, Clara revisita títulos emblemáticos desta edição, entre eles:

«Sabura» (Falcão Nhaga; PRT; 2025; FIC; 25’50”)
«Bulakna» (Leonor Noivo; FRA, PRT; 2025; DOC; 92’55”)
«Porque hoje é Sábado» (Alice Eça Guimarães; PRT, FRA, ESP; 2025; ANI; 12’24”)
«La Durmiente» (Maria Inês Gonçalves; PRT, ESP; 2025; DOC, FIC; 20′)
«Duas Vezes João Liberada» (Paula Tomás Marques; PRT; 2025; FIC; 70′)
«Joie de Vivre» (Hugo Magro; PRT; 2025; FIC; 19’33”)
«Primeira Pessoa do Plural» (Sandro Aguilar; PRT; 2025; FIC; 119′)
«Um Dia, Depois Outro» (Catarina Romano; PRT; 2025; ANI; 12’15”)
«Saudade, talvez…» (José-Manuel Xavier; PRT; 2024; ANI; 13’25”)
«A Memória Do Cheiro Das Coisas» (António Ferreira; PRT; 2025; FIC; 96’10”)
«Two Ships» (McKinley Benson; PRT, USA; 2025; ANI; 6′)
«Paraíso» (Daniel Mota; PRT; 2025; DOC; 81’47”)
«Arguments in Favor of Love» (Gabriel Abrantes; PRT; 2025; FIC; 9’35”)
«Entroncamento» (Pedro Cabeleira; PRT; 2025; FIC; 131’2”)

Com uma programação que abraça todas as formas e durações, do documentário à animação, passando pela ficção e o experimental, o Festival Caminhos do Cinema Português continua a afirmar-se como a principal celebração da criação nacional. Juntamo-nos mais uma vez a esta caminhada, acompanhando os debates de quem mantém viva a chama de um cinema feito com inquietação e olhar crítico.

Os vídeos e textos de Clara Almeida Santos poderão ser acompanhados nas nossas redes — Facebook, Instagram e LinkedIn — um convite para pensar o cinema português a partir de Coimbra.

Mais Histórias

Um Elefante na Sala que quer abrir a cena teatral de Coimbra

Hoje, Dia Mundial do Teatro, fomos conhecer um projeto que quer assumir em voz alta aquilo que, na prática, já anda a fazer há vários anos: tornar Coimbra o polo de teatro físico, ocupando as ruas da cidade com um teatro que começa no corpo e não numa mesa de leitura.

quote-icon
Ler mais small-arrow

Afonso Cruz enche copos de leitura em Coimbra

Veio do Alentejo partilhar O Vício dos Livros II, o autor mais citado na primeira sessão do Clube de Leitura Coolectiva falou da força transformadora dos livros.

quote-icon
Ler mais small-arrow

Opinião | Quando o doce se faz corpo

Por Paula Barata Dias

quote-icon
Ler mais small-arrow
Contribuir small-arrow

Discover more from Coimbra Coolectiva

Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

Continue reading